sexta-feira, 6 de julho de 2012

A Falsa

Tu ontem                                                   Para Casimiro de Abreu
No leito
Perfeito
Gozavas
Com jeito
Querendo
Bem feito
Co’ faces
Em rosas
Em risos
Concisos
Precisos
Pra mim;
Sua falsa
Na valsa
Gemias
Ardias
Demente
Bem crente,
Morena,
Tens pena
De mim?
Espero
Que sofras
Rancores
Terrores
Que rouco
Sofri!
Piscavas
Teus cílios
Com brilhos
Já prontos
Tão tontos
Falseavam
Burlavam
Brindavam
Teu solo
Tão meu;
E os seios
Tão puros
Tão duros
Os seios
Maduros
Mexias
Premias
Pra outro
Romeu!

13 comentários:

  1. Muito bacana, cara!... altas paródia haha... curti!!! :)

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  2. zé, curti! minha namorada tambem! =D abraço

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  3. Valeu, talvez seja gostoso de ler porque fui fiel ao ritmo do poema original "A valsa".

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  4. Dá-le, Zé, castiga esses (mal) humores e não dê a menor atenção aos rumores dos velhos chatos que existem por aí. Poeme-te muito. Não sei fazer versos, mas a poesia existe para além dos versos.

    Um grande abraço,
    José Ernesto

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  5. Geralmente 'e assim mesmo.Poemar 'e tudo de bom.

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  6. Muito bom, Zé!

    Noutra hora, vamos conferir a métrica...

    Abrass,
    Jair

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  7. Ótima paródia, parabéns.
    Abraço
    Cacildo

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  8. Beeemm criativo, adorei!

    :)

    Regina Akemi Uchima

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  9. Valeu, Zé! Muito criativo

    Ivan

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  10. Puxa, muito bom, hein?

    Parabéns, Zé! Ficou até melhor do que o original!!

    Abraço!
    Jaime Amaral Cademartori

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  11. Demais, Zé! Parabéns!!! :)

    Juliana da Rosa

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  12. Êêêê... Putaria!
    Dá-lhe, Zé!

    Julio Cesar

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